domingo, 24 de agosto de 2008
Hmmm, novas favoritas :) Parvatasana, Adho Mukha com as mãos contra a parede, Uttanasana com mãos no chão e costas concâvas... porque sinto a zona no meio das omoplatas a ir para dentro e isso alivia-me qualquer coisa e faz-me sentir mais levezinha... e Satu Bandha Sarvangasana com tijolos porque, não sei, sinto-me confortável.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Bem, isto agora são quase férias, hem?
hmmm... é óbvio que a minha prática está bastante reduzida, mas não inexistente. Acho que ando toda podre e a precisar de férias e agora já não me dá para levantar de madrugada para praticar mais que duas ou três vezes por semana. Mas ás vezes ainda lá meto umas coisas pelo meio do dia, mas mais por necessidade do que propriamente por disciplina (ando com uma ansiedade e com umas variações de humor que ninguém me atura, nem posso comigo própria, credo!). Bem, mas acho que é bom ter uma fasezinha sem orientação - afinal a prática é pessoal e cada um é que tem que decidir a razão de ser dela. Até posso ir às aulas, e podem dar-me séries, e todas as indicações possíveis, mas pôr os pezinhos no tapete tem de ser decisão minha. Não tenho tentado nada de novo em especial... acho que reciclo um bocadito as séries, mas já ganhei alguma sensibilidade e acho que há alturas em que sinto que preciso de algo em específico... por exemplo, nos dias em que o meu coraçãozinho já está a bater demasiado alto não faço posturas de pé porque ainda se pôe a bater mais alto (não sei porquê, peço desculpa se estou a dizer qualquer coisa, sei lá, pecaminosa! lol), e pode ser que a sériezinha dos ansiosos (ora quem ma deu? O Dan, óbvio!lol) seja melhor para esse dia, mesmo sendo mais calma - e digo mesmo porque até há uns tempos achava atrás fazer algo mais "parado" em estado de ansiedade era paradoxal, ou quase impossível, e não é não... Mesmo a série de canto que eu achava um terror, agora até em casa a faço, e não me dá pânico quando apoio a cabeça no suporte numa postura para a frente. Estranhamente, às vezes até consigo sentir-me "segura". Bem, adiante, que já vai o parágrafo muito grande e já me cansei da mesma ideia.
Ora uma que depois do exame do patxi me me lembrei... porque durante o exame estive mais tempo em cada postura do que o que estou habituada, e ao subir de algumas posturas de pé, por exemplo trikonasana e parsvakonasa, o meu pé de trás estava virado para fora... ah, coitadito, acho que quando tento rodar a perna de trás o pezinho vai atrás... então um dia tentei praticar a pensar nisso e estive o resto do dia inteiro a sentir os tornozelos... enfim. lol
E porque hoje como muitas vezes estava em paschimottanasa e olhei para o risquinho que o meu tapete (NIIIIIIKE! lol) tem a meio, e notei que não estava centrada... então entro sempre em reflexão filosófica curta sobre se é importante estar-se centrado no tapete. É? Não é? Porquê?
P.S Um dia hei de ter organização mental, não hei? digam-me que sim.
hmmm... é óbvio que a minha prática está bastante reduzida, mas não inexistente. Acho que ando toda podre e a precisar de férias e agora já não me dá para levantar de madrugada para praticar mais que duas ou três vezes por semana. Mas ás vezes ainda lá meto umas coisas pelo meio do dia, mas mais por necessidade do que propriamente por disciplina (ando com uma ansiedade e com umas variações de humor que ninguém me atura, nem posso comigo própria, credo!). Bem, mas acho que é bom ter uma fasezinha sem orientação - afinal a prática é pessoal e cada um é que tem que decidir a razão de ser dela. Até posso ir às aulas, e podem dar-me séries, e todas as indicações possíveis, mas pôr os pezinhos no tapete tem de ser decisão minha. Não tenho tentado nada de novo em especial... acho que reciclo um bocadito as séries, mas já ganhei alguma sensibilidade e acho que há alturas em que sinto que preciso de algo em específico... por exemplo, nos dias em que o meu coraçãozinho já está a bater demasiado alto não faço posturas de pé porque ainda se pôe a bater mais alto (não sei porquê, peço desculpa se estou a dizer qualquer coisa, sei lá, pecaminosa! lol), e pode ser que a sériezinha dos ansiosos (ora quem ma deu? O Dan, óbvio!lol) seja melhor para esse dia, mesmo sendo mais calma - e digo mesmo porque até há uns tempos achava atrás fazer algo mais "parado" em estado de ansiedade era paradoxal, ou quase impossível, e não é não... Mesmo a série de canto que eu achava um terror, agora até em casa a faço, e não me dá pânico quando apoio a cabeça no suporte numa postura para a frente. Estranhamente, às vezes até consigo sentir-me "segura". Bem, adiante, que já vai o parágrafo muito grande e já me cansei da mesma ideia.
Ora uma que depois do exame do patxi me me lembrei... porque durante o exame estive mais tempo em cada postura do que o que estou habituada, e ao subir de algumas posturas de pé, por exemplo trikonasana e parsvakonasa, o meu pé de trás estava virado para fora... ah, coitadito, acho que quando tento rodar a perna de trás o pezinho vai atrás... então um dia tentei praticar a pensar nisso e estive o resto do dia inteiro a sentir os tornozelos... enfim. lol
E porque hoje como muitas vezes estava em paschimottanasa e olhei para o risquinho que o meu tapete (NIIIIIIKE! lol) tem a meio, e notei que não estava centrada... então entro sempre em reflexão filosófica curta sobre se é importante estar-se centrado no tapete. É? Não é? Porquê?
P.S Um dia hei de ter organização mental, não hei? digam-me que sim.
sábado, 5 de julho de 2008
Juro, até tenho alguns textos quase completos, mas a minha cabeça não consegue fazer o esfroço mental de os organizar e finalizar. Enfim...
Esta semana em sarvangasana tentei juntar os tornozelos internos... e depois também consegui juntar os dedos gordos dos pés. Ahah senti como se as duas pernas fossem só uma.
Hmmm... em viparita karani (acalma os nervos, ne?lol!) começei a sentir muito as plantas dos pés, porquê?
ai que cabeça...
Esta semana em sarvangasana tentei juntar os tornozelos internos... e depois também consegui juntar os dedos gordos dos pés. Ahah senti como se as duas pernas fossem só uma.
Hmmm... em viparita karani (acalma os nervos, ne?lol!) começei a sentir muito as plantas dos pés, porquê?
ai que cabeça...
quinta-feira, 19 de junho de 2008
E agora???
Xi... passei... Entrei para a formação... EM MADRID!!!
Acho que ainda estou em estado de choque...
Tenho de sair, vou reunir com os meus advogados para processar a Leonor e a Joana. Sinto-me enganada...
Acho que ainda estou em estado de choque...
Tenho de sair, vou reunir com os meus advogados para processar a Leonor e a Joana. Sinto-me enganada...
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Quanto ao exame... bem , admito que fui para lá um bocado distraída. Não sei, deu-me a sensação que tinha estado os dias anteriores imersa noutras coisas e de repente apanhei um avião e quando me dei conta estava num exame. Bem, a mim não me stressou muito o sr P. dizer que passavam as 20 melhores notas de exame, e coisas assim do género. Qual a diferença para mim? Se esse é o critério que o sr. P. escolhe, ele lá deve ter as suas razões, e ele é que sabe. Até porque ainda(?) estou na fase (em tudo da vida, acho eu) em que olho sobretudo para o meu próprio umbigo. Não acho que tenha feito má figura, pronto, sou o que sou, se a minha prática é imatura, no futuro, não sei quando, há de amadurecer, se a minha pratica não é intensa um dia há de sê-lo mais.
Agora coisas mais práticas. Durante o exame estava meia confusa. Tadasana, salta, roda pés, desce, tudo num instante, de repente estar na postura e parecia que as estava a fazer pela primeira vez, sentia-me toda torta! mas que fazer? Não posso agora ajustar o pé, ou voltar a subir, agora é ver se não morro até o timer toca! Cheguei as posturitas de pé que só metem um pezinho no chão e não me equilibrava porque já nem conseguia pensar, tinha o cérebro cansado lol!!!!
Aqui a mais jovem do grupinho do exame foi a única tona a precisar de um suporte (tijolo para prasarita padottanasana - desculpem se tem erros) e a única a não poder fazer uma postura (paripurna navasana e ardha navasana) por ter ligeira mazela física (e odeio ter que levantar o dedo!!!!!)
Bem, podia ter saído melhor. Mas eu se queria que saísse bem era só para mostrar que pelo menos tentei aproveitar alguma coisa! Oh, mas eu sei que tentei.
É numa boa... lol!
Agora coisas mais práticas. Durante o exame estava meia confusa. Tadasana, salta, roda pés, desce, tudo num instante, de repente estar na postura e parecia que as estava a fazer pela primeira vez, sentia-me toda torta! mas que fazer? Não posso agora ajustar o pé, ou voltar a subir, agora é ver se não morro até o timer toca! Cheguei as posturitas de pé que só metem um pezinho no chão e não me equilibrava porque já nem conseguia pensar, tinha o cérebro cansado lol!!!!
Aqui a mais jovem do grupinho do exame foi a única tona a precisar de um suporte (tijolo para prasarita padottanasana - desculpem se tem erros) e a única a não poder fazer uma postura (paripurna navasana e ardha navasana) por ter ligeira mazela física (e odeio ter que levantar o dedo!!!!!)
Bem, podia ter saído melhor. Mas eu se queria que saísse bem era só para mostrar que pelo menos tentei aproveitar alguma coisa! Oh, mas eu sei que tentei.
É numa boa... lol!
terça-feira, 17 de junho de 2008
Big Patxi is watching you...
É completa e absolutamente indescritível a pressão que senti no exame da pré-formação em Madrid. E ainda por cima sem qualquer razão… E por vários motivos. Primeiro, porque o objectivo primordial deste ano de pré-formação era, tão somente, aprofundar os meus conhecimentos e iniciar na prática pessoal.
Depois, porque tenho a consciência, desde o início, que o nível de exigência em Madrid é extremamente alto. Aquilo é mesmo outro campeonato!!! A própria Leonor me explicou isso e, quando lá cheguei, o Patxi fez questão de enfatizar ainda mais esse ponto. Aliás, logo na primeira sessão de pré-formação deu para ver que o nível era muito alto, sendo que de 50 candidatos, apenas 20 avançam para a formação. Resumindo: nunca tive ilusões em passar. O espírito sempre foi de “frequência”. E nada mais.
Mas, mesmo assim, o senhor Patxi conseguiu colocar uma pressão completamente louca em todos os que iam fazer o exame. Primeiro, porque a presença dele em ambiente de exame já por si é intimidadora. Depois, porque resolveu dizer [“por amor de mi madre…”] que apenas contava este exame. Ou seja, os detentores das 20 melhores notas são os que entram.
Eu, que antes dizia à Luga que era bem mais fácil fazer um exame quando não se tem a pressão de ter de passar, parecia agora que carregava 300 quilos nos ombros. E SEM MOTIVO. Mas é inevitável, ele consegue efectivamente desconcertar as pessoas.
Foram quase DUAS HORAS DE PURO MASSACRE. Sem posturas intermédias para descansar. Vira III durante um minuto de cada lado. Não há condições!!! Sentir? Mas qual sentir??? Respirar? Mas qual respirar??? SOBREVIVER era a palavra de ordem!!!. Acho que aguentar, neste caso, só por si foi um feito histórico. Era tudo tão rápido e tão intenso que não havia tempo sequer para ajustar as posturas. Era entrar e esperar não desmoronar enquanto quatro pessoas à nossa volta tiravam notas sem percebermos se estávamos bem ou mal. Fogo, como é bom ser ajustada…
Mentalmente, bem tentei ouvir a voz da Leonor a dar os ajustamentos das várias posturas. Mas o cansaço era inevitável. E quando chegou a Sirsasana pensei que já não ia aguentar mais. Mas ainda havia Sarvangasana e Halasana e sei lá mais o quê. Credo, pura tortura. As mãos escorregavam no corpo que estava todo suado, tinha o nariz tapado e as pernas pareciam que estavam ao sabor do vento…
No final, pensei para os meus botões: se calhar estou a exagerar. Eu não estou é preparada para isto. Às tantas isto não foi assim tão complicado. Mas ao que parece foi. Pelo vermelho das caras quando terminamos. Pelo suor que escorria pela t-shirt do que estava à minha frente. Pelas infindáveis vezes que o rapaz atrás de mim dizia: “Isto está quase a acabar, isto está quase a acabar…”.
E realmente acabou. Admito que isto foi a coisa mais difícil que fiz até hoje. Mais do que moderar um debate no Centro Cultural de Belém, mais do que a prova de acesso à Faculdade, mais do que descer o rio Teixeira durante três horas com saltos em queda livre. Quer experiências radicais??? Frequente a pré-formação à La Patxi Lizard! É emoção garantida...
Depois, porque tenho a consciência, desde o início, que o nível de exigência em Madrid é extremamente alto. Aquilo é mesmo outro campeonato!!! A própria Leonor me explicou isso e, quando lá cheguei, o Patxi fez questão de enfatizar ainda mais esse ponto. Aliás, logo na primeira sessão de pré-formação deu para ver que o nível era muito alto, sendo que de 50 candidatos, apenas 20 avançam para a formação. Resumindo: nunca tive ilusões em passar. O espírito sempre foi de “frequência”. E nada mais.
Mas, mesmo assim, o senhor Patxi conseguiu colocar uma pressão completamente louca em todos os que iam fazer o exame. Primeiro, porque a presença dele em ambiente de exame já por si é intimidadora. Depois, porque resolveu dizer [“por amor de mi madre…”] que apenas contava este exame. Ou seja, os detentores das 20 melhores notas são os que entram.
Eu, que antes dizia à Luga que era bem mais fácil fazer um exame quando não se tem a pressão de ter de passar, parecia agora que carregava 300 quilos nos ombros. E SEM MOTIVO. Mas é inevitável, ele consegue efectivamente desconcertar as pessoas.
Foram quase DUAS HORAS DE PURO MASSACRE. Sem posturas intermédias para descansar. Vira III durante um minuto de cada lado. Não há condições!!! Sentir? Mas qual sentir??? Respirar? Mas qual respirar??? SOBREVIVER era a palavra de ordem!!!. Acho que aguentar, neste caso, só por si foi um feito histórico. Era tudo tão rápido e tão intenso que não havia tempo sequer para ajustar as posturas. Era entrar e esperar não desmoronar enquanto quatro pessoas à nossa volta tiravam notas sem percebermos se estávamos bem ou mal. Fogo, como é bom ser ajustada…
Mentalmente, bem tentei ouvir a voz da Leonor a dar os ajustamentos das várias posturas. Mas o cansaço era inevitável. E quando chegou a Sirsasana pensei que já não ia aguentar mais. Mas ainda havia Sarvangasana e Halasana e sei lá mais o quê. Credo, pura tortura. As mãos escorregavam no corpo que estava todo suado, tinha o nariz tapado e as pernas pareciam que estavam ao sabor do vento…
No final, pensei para os meus botões: se calhar estou a exagerar. Eu não estou é preparada para isto. Às tantas isto não foi assim tão complicado. Mas ao que parece foi. Pelo vermelho das caras quando terminamos. Pelo suor que escorria pela t-shirt do que estava à minha frente. Pelas infindáveis vezes que o rapaz atrás de mim dizia: “Isto está quase a acabar, isto está quase a acabar…”.
E realmente acabou. Admito que isto foi a coisa mais difícil que fiz até hoje. Mais do que moderar um debate no Centro Cultural de Belém, mais do que a prova de acesso à Faculdade, mais do que descer o rio Teixeira durante três horas com saltos em queda livre. Quer experiências radicais??? Frequente a pré-formação à La Patxi Lizard! É emoção garantida...
Provar um bocadinho do fruto…
Eu nunca duvidei que o Iyengar Yoga tem para oferecer muito mais do que a excelência de uma postura física. Por muito bem que ela seja executada. Mas a verdade é que do saber ao sentir podem ir literalmente anos de distância. Pelo menos no meu caso.
Pois este domingo acho que provei, mesmo que ao de leve, o pode ser fazer efectivamente uma “asana”.
Se calhar porque estavam reunidas todas as condições para isso, se calhar porque eu estava para ai virada. Sei lá. Mas, sobretudo, acho que foi por uma explicação quase miraculosa que o Patxi deu e que eu nunca tinha ouvido. Ou, pelo menos, nunca tinha prestado atenção.
Ao efectuarmos uma postura, diz o Patxi, nunca devemos dar 100% do que fisicamente somos capazes. Porque aí o esforço vai ser tal que inviabiliza a capacidade de sentir, já que vamos estar apenas centrados em fazer a postura. 95% é, provavelmente, a conta certa. [É claro que logo a seguir o senhor Patxi deixou bem claro que isto jamais se explica a pessoas que estejam a iniciar a sua prática…]
Depois… bem depois tentei fazer mais ou menos isso. Tentei não pensar quanto tempo faltava para que o malfadado do “timer” tocasse e simplesmente pratiquei. E nem sei direito explicar o que aconteceu. Mas a prática foi efectivamente muito diferente. E eu nem me lembro do que, ou de quem estava à minha volta. Aliás, pare ser sincera, eu quase nem dei pelo Patxi, o que pode ser um feito notável… Parece que me meteram numa concha. Uma coisa estranha mas que não deixou de ser agradável.
Pois este domingo acho que provei, mesmo que ao de leve, o pode ser fazer efectivamente uma “asana”.
Se calhar porque estavam reunidas todas as condições para isso, se calhar porque eu estava para ai virada. Sei lá. Mas, sobretudo, acho que foi por uma explicação quase miraculosa que o Patxi deu e que eu nunca tinha ouvido. Ou, pelo menos, nunca tinha prestado atenção.
Ao efectuarmos uma postura, diz o Patxi, nunca devemos dar 100% do que fisicamente somos capazes. Porque aí o esforço vai ser tal que inviabiliza a capacidade de sentir, já que vamos estar apenas centrados em fazer a postura. 95% é, provavelmente, a conta certa. [É claro que logo a seguir o senhor Patxi deixou bem claro que isto jamais se explica a pessoas que estejam a iniciar a sua prática…]
Depois… bem depois tentei fazer mais ou menos isso. Tentei não pensar quanto tempo faltava para que o malfadado do “timer” tocasse e simplesmente pratiquei. E nem sei direito explicar o que aconteceu. Mas a prática foi efectivamente muito diferente. E eu nem me lembro do que, ou de quem estava à minha volta. Aliás, pare ser sincera, eu quase nem dei pelo Patxi, o que pode ser um feito notável… Parece que me meteram numa concha. Uma coisa estranha mas que não deixou de ser agradável.
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