domingo, 18 de maio de 2008

Ora bem... Sarvangasana... ando a tentar perceber como pôr os ombros e os cotovelos alinhados, porque para estar alinhada tenho que me sentir torta. Só que lá está, eu sei que o que não posso é sentir-me direita, mas sentir-me torta também não é sinal que esteja mais direita porque o que está torto tem um bilião de variações (wow, grande volta). O meu cotovelo direito foge sempre para fora e eu não sei bem como evitar que ele fuja. Ontem o que experimentei foi puxar o cotovelo esquerdo para fora, e senti o cotovelo direito a entrar um pouco. Ora se estava direito não sei, mas começei a sentir o ombro direito um bocado trilhado... Talvez tenha conseguido corrigir um bocadito! Mas o diabo do ombro há de ir ao sítio.

Então porque ouvi na sexta feira do workshop o senhor rajiv chanchani referir muitas vezes outros "tipos" de yoga, ("feel good yoga"! lol) andei a pesquisar. Mas fica para outro dia lol. Mas relacionado com isso, pelo que li, acho que há a ideia num numero de pessoas de que o yoga (e as suas "linhas") são as aulas de yoga. "O yoga tal é mais divertido, realmente pratico mais, os profes poe-nos a mexer, no Iyengar aborreço-me porque o professor explica muito e está-se muito tempo fora do tapete a ver correcçoes noutros alunos... "Ora achei engraçado porque só há uns meses é que comecei a praticar sozinha e acho que começo a perceber de que só mesmo com a prática pessoal é que se pode esperar pelo menos ter uma ideiazinha do que é Iyengar yoga. Não é nas aulas que se descobre - oh, claro que se descobre, o que quero dizer é que agora parece-me que as aulas são para se aprender, que começam por ser rampa de lançamento e depois suporte da prática pessoal . Portanto agradeço a quem me "atirou" para a prática pessoal :)

terça-feira, 13 de maio de 2008

Não consigo comentar nada, ultimamente ando com a cabeça não sei onde. É costume.
Ora, este Domingo... Comecei, obviamente com a cabeça num vazio qualquer portanto um senhor chamado Patxi deu-me logo umas pancadinhas para eu acordar, e fez bem. Parvrtta Trikonasana (é assim que se escreve?) aí umas 5 ou 6 vezes... no comments. O que me custou mais de tudo foi Sarvangasana. Uma menina com uma expressão enigmática chamada Adelle fez-me um ajustamentos nos ombros que me pareceu que rodei aí uns 90 graus nos cobertores, mexeu-me no pescoço, ombros, toda a base que eu fiquei sem saber o que estava a fazer. Portanto, aí a uns 10 minutos da sessão acabar estava eu com vontade de chorar por ter o meu ombrinho direito todo trilhadinho, uuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiii. Se é assim o alinhamento em Sarvangasana ainda vou sofrer muito.
O workshop? Não consigo pensar agora. Mas hoje estava na aula em parsvakonasana e lembrei-me de Rajiv ter dito que o braço de cima direccionava-se para um lado e a perna de trás para o lado oposto, experimentei e foi como se sentisse a t-shirt a esticar e a separar-se do elástico dos calções. Foi giro!

Pronto, queimei. Quando conseguir escrevo alguma coisa de jeito.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Em resposta ao comentário da Leonor...



Já percebi há muito tempo que a formação não é suposto ser um pesadelo. Ninguém me obriga a lá andar e ninguém me há de bater por não praticar tão bem. Se me aborrece a minha prática ser menos boa, é porque em geral, tudo o resto também corre menos bem. Acho que uma das coisas mais importantes que tenho aprendido, é que o grande benefício de praticar yoga, para mim, é que consigo gostar mais de outras coisas. E eu, dê lá por onde der, preciso mesmo de gostar de algo. Tem que ser, não há volta a dar, se faço algo tem que ser porque eu quero e tenho que encontrar dentro de mim vontade, seja lá para o que for. Eu quero acima de tudo, querer. O que me guiar na vida tem de vir de mim e não de algo de fora. E é claro que o yoga não pode ser fonte de stress- se é, é porque estamos a olhar para isso da perspectiva errada. Mas sei que, quando a minha prática anda assim mais trenguinha, como ultimamente, é sinal de que eu toda ando também anda mais trenguinha. Se o única consequência fosse que as posturas não saíssem tão bem - oh, isso é mal menor. Não sei, eu só quero sentir-me melhor.

Por outro lado, sinto às vezes que realmente praticar assim com a cabeça no ar é um bocado de perda de tempo, então se uma pessoa aprende as coisas e depois não as aplica! É como se as esquecesse, é uma parvoíce. Já que se está ali e não se vai estar noutro sítio era melhor fazer as coisas direitinho, hem?

E depois disto tudo, tenho que dizer: aquilo é porrada em excesso para um dia só! Saio de lá nem me apetece ouvir falar em yoga!

terça-feira, 6 de maio de 2008

Realmente a coisa não anda grande coisa, a minha cabeça anda por outros sítios... Nem sei que postar para levantar o ânimo... assim uma coisinha para motivar?
Não sei, pronto, até há pouco tempo ficava com dores de barriga em halasana, porque fazia muita força com ela para fora. Agora ando a ver se não faço tanto isso, acho que relaxa mais um pouquito. Hum... mais... não estou a ver nada. lol
Three of yoga... xiiii...

domingo, 4 de maio de 2008

kuke!!! Quanto à respiração... eu também faço isso ás vezes, respiro fazendo muito barulho. Acho que quando me dá para a ansiedade fico com falta de concentração e respiro muito alto para compensar isso. É uma estupidez, mas que se há de fazer? Tenho muitos dias de "prática ansiosa". lol

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Esta também foi outra que disse hoje à kuki... a minha sensibilidade anda a desenvolver-se mais noutros sítios lol. Realmente, xu, era bom era postar debaixo de água. Mas também durante a prática não dá para apontar nada! Não é que ultimamente precise, realmente a coisa continua meia aérea... Talvez preguicite mental? Se calhar há alturas em que a prática é mais guiada pelo pensamento e outras mais pela sensação. Oh, nem sei. Sinto qualquer coisa diferente. De qualquer forma, sei que a prática tem que ser mais intensa, cum caneco...