Ora bem... Sarvangasana... ando a tentar perceber como pôr os ombros e os cotovelos alinhados, porque para estar alinhada tenho que me sentir torta. Só que lá está, eu sei que o que não posso é sentir-me direita, mas sentir-me torta também não é sinal que esteja mais direita porque o que está torto tem um bilião de variações (wow, grande volta). O meu cotovelo direito foge sempre para fora e eu não sei bem como evitar que ele fuja. Ontem o que experimentei foi puxar o cotovelo esquerdo para fora, e senti o cotovelo direito a entrar um pouco. Ora se estava direito não sei, mas começei a sentir o ombro direito um bocado trilhado... Talvez tenha conseguido corrigir um bocadito! Mas o diabo do ombro há de ir ao sítio.
Então porque ouvi na sexta feira do workshop o senhor rajiv chanchani referir muitas vezes outros "tipos" de yoga, ("feel good yoga"! lol) andei a pesquisar. Mas fica para outro dia lol. Mas relacionado com isso, pelo que li, acho que há a ideia num numero de pessoas de que o yoga (e as suas "linhas") são as aulas de yoga. "O yoga tal é mais divertido, realmente pratico mais, os profes poe-nos a mexer, no Iyengar aborreço-me porque o professor explica muito e está-se muito tempo fora do tapete a ver correcçoes noutros alunos... "Ora achei engraçado porque só há uns meses é que comecei a praticar sozinha e acho que começo a perceber de que só mesmo com a prática pessoal é que se pode esperar pelo menos ter uma ideiazinha do que é Iyengar yoga. Não é nas aulas que se descobre - oh, claro que se descobre, o que quero dizer é que agora parece-me que as aulas são para se aprender, que começam por ser rampa de lançamento e depois suporte da prática pessoal . Portanto agradeço a quem me "atirou" para a prática pessoal :)
domingo, 18 de maio de 2008
terça-feira, 13 de maio de 2008
Não consigo comentar nada, ultimamente ando com a cabeça não sei onde. É costume.
Ora, este Domingo... Comecei, obviamente com a cabeça num vazio qualquer portanto um senhor chamado Patxi deu-me logo umas pancadinhas para eu acordar, e fez bem. Parvrtta Trikonasana (é assim que se escreve?) aí umas 5 ou 6 vezes... no comments. O que me custou mais de tudo foi Sarvangasana. Uma menina com uma expressão enigmática chamada Adelle fez-me um ajustamentos nos ombros que me pareceu que rodei aí uns 90 graus nos cobertores, mexeu-me no pescoço, ombros, toda a base que eu fiquei sem saber o que estava a fazer. Portanto, aí a uns 10 minutos da sessão acabar estava eu com vontade de chorar por ter o meu ombrinho direito todo trilhadinho, uuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiii. Se é assim o alinhamento em Sarvangasana ainda vou sofrer muito.
O workshop? Não consigo pensar agora. Mas hoje estava na aula em parsvakonasana e lembrei-me de Rajiv ter dito que o braço de cima direccionava-se para um lado e a perna de trás para o lado oposto, experimentei e foi como se sentisse a t-shirt a esticar e a separar-se do elástico dos calções. Foi giro!
Pronto, queimei. Quando conseguir escrevo alguma coisa de jeito.
Ora, este Domingo... Comecei, obviamente com a cabeça num vazio qualquer portanto um senhor chamado Patxi deu-me logo umas pancadinhas para eu acordar, e fez bem. Parvrtta Trikonasana (é assim que se escreve?) aí umas 5 ou 6 vezes... no comments. O que me custou mais de tudo foi Sarvangasana. Uma menina com uma expressão enigmática chamada Adelle fez-me um ajustamentos nos ombros que me pareceu que rodei aí uns 90 graus nos cobertores, mexeu-me no pescoço, ombros, toda a base que eu fiquei sem saber o que estava a fazer. Portanto, aí a uns 10 minutos da sessão acabar estava eu com vontade de chorar por ter o meu ombrinho direito todo trilhadinho, uuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiii. Se é assim o alinhamento em Sarvangasana ainda vou sofrer muito.
O workshop? Não consigo pensar agora. Mas hoje estava na aula em parsvakonasana e lembrei-me de Rajiv ter dito que o braço de cima direccionava-se para um lado e a perna de trás para o lado oposto, experimentei e foi como se sentisse a t-shirt a esticar e a separar-se do elástico dos calções. Foi giro!
Pronto, queimei. Quando conseguir escrevo alguma coisa de jeito.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Em resposta ao comentário da Leonor...
Já percebi há muito tempo que a formação não é suposto ser um pesadelo. Ninguém me obriga a lá andar e ninguém me há de bater por não praticar tão bem. Se me aborrece a minha prática ser menos boa, é porque em geral, tudo o resto também corre menos bem. Acho que uma das coisas mais importantes que tenho aprendido, é que o grande benefício de praticar yoga, para mim, é que consigo gostar mais de outras coisas. E eu, dê lá por onde der, preciso mesmo de gostar de algo. Tem que ser, não há volta a dar, se faço algo tem que ser porque eu quero e tenho que encontrar dentro de mim vontade, seja lá para o que for. Eu quero acima de tudo, querer. O que me guiar na vida tem de vir de mim e não de algo de fora. E é claro que o yoga não pode ser fonte de stress- se é, é porque estamos a olhar para isso da perspectiva errada. Mas sei que, quando a minha prática anda assim mais trenguinha, como ultimamente, é sinal de que eu toda ando também anda mais trenguinha. Se o única consequência fosse que as posturas não saíssem tão bem - oh, isso é mal menor. Não sei, eu só quero sentir-me melhor.
Por outro lado, sinto às vezes que realmente praticar assim com a cabeça no ar é um bocado de perda de tempo, então se uma pessoa aprende as coisas e depois não as aplica! É como se as esquecesse, é uma parvoíce. Já que se está ali e não se vai estar noutro sítio era melhor fazer as coisas direitinho, hem?
E depois disto tudo, tenho que dizer: aquilo é porrada em excesso para um dia só! Saio de lá nem me apetece ouvir falar em yoga!
Já percebi há muito tempo que a formação não é suposto ser um pesadelo. Ninguém me obriga a lá andar e ninguém me há de bater por não praticar tão bem. Se me aborrece a minha prática ser menos boa, é porque em geral, tudo o resto também corre menos bem. Acho que uma das coisas mais importantes que tenho aprendido, é que o grande benefício de praticar yoga, para mim, é que consigo gostar mais de outras coisas. E eu, dê lá por onde der, preciso mesmo de gostar de algo. Tem que ser, não há volta a dar, se faço algo tem que ser porque eu quero e tenho que encontrar dentro de mim vontade, seja lá para o que for. Eu quero acima de tudo, querer. O que me guiar na vida tem de vir de mim e não de algo de fora. E é claro que o yoga não pode ser fonte de stress- se é, é porque estamos a olhar para isso da perspectiva errada. Mas sei que, quando a minha prática anda assim mais trenguinha, como ultimamente, é sinal de que eu toda ando também anda mais trenguinha. Se o única consequência fosse que as posturas não saíssem tão bem - oh, isso é mal menor. Não sei, eu só quero sentir-me melhor.
Por outro lado, sinto às vezes que realmente praticar assim com a cabeça no ar é um bocado de perda de tempo, então se uma pessoa aprende as coisas e depois não as aplica! É como se as esquecesse, é uma parvoíce. Já que se está ali e não se vai estar noutro sítio era melhor fazer as coisas direitinho, hem?
E depois disto tudo, tenho que dizer: aquilo é porrada em excesso para um dia só! Saio de lá nem me apetece ouvir falar em yoga!
terça-feira, 6 de maio de 2008
Realmente a coisa não anda grande coisa, a minha cabeça anda por outros sítios... Nem sei que postar para levantar o ânimo... assim uma coisinha para motivar?
Não sei, pronto, até há pouco tempo ficava com dores de barriga em halasana, porque fazia muita força com ela para fora. Agora ando a ver se não faço tanto isso, acho que relaxa mais um pouquito. Hum... mais... não estou a ver nada. lol
Three of yoga... xiiii...
Não sei, pronto, até há pouco tempo ficava com dores de barriga em halasana, porque fazia muita força com ela para fora. Agora ando a ver se não faço tanto isso, acho que relaxa mais um pouquito. Hum... mais... não estou a ver nada. lol
Three of yoga... xiiii...
domingo, 4 de maio de 2008
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Esta também foi outra que disse hoje à kuki... a minha sensibilidade anda a desenvolver-se mais noutros sítios lol. Realmente, xu, era bom era postar debaixo de água. Mas também durante a prática não dá para apontar nada! Não é que ultimamente precise, realmente a coisa continua meia aérea... Talvez preguicite mental? Se calhar há alturas em que a prática é mais guiada pelo pensamento e outras mais pela sensação. Oh, nem sei. Sinto qualquer coisa diferente. De qualquer forma, sei que a prática tem que ser mais intensa, cum caneco...
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